Um sorriso…

614c06b1-b2df-4eae-bd38-e7676925cc37é a melhor maquiagem; tratamento anti-rugas/envelhecimento que se pode usar. Um sorriso não tira o sofrimento, mas alivia a dor.

Quanto mais sorrisos oferecemos, mais brota a vontade de fazer o outro sorrir.

O sorriso é um idioma universal.

c8901525-200f-4e39-b63a-55f90b5ded6bPara o novo ano, colecione sorrisos! Faça um largo estoque e então, empreste-os.

Não se preocupe; os sorrisos que ofertar, voltarão a você. Sorrisos enriquecem os recebedores sem empobrecer aos que o oferecem. 

Sorria =)

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Agradecida pelo ano de 2017 e desejando boas festas a todos.

Gestora de Sorrisos

 

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PARA SUPERAR O MEDO DO DENTISTA

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ENCONTRE O DENTISTA QUE SE ADEQUE À VOCÊ

A confiança no profissional é fundamental. Quando isso não não ocorre, o  resultado do tratamento é comprometido. Escolha o profissional que vai cuidar de você. Seu dentista, deve ser o profissional com quem você se sinta à vontade.

VOCÊ TEM MEDO DE QUE?

Falar de experiências anteriores, mostrar ou descrever algo que promove medo, ajuda o especialista a trabalhar inseguranças; desmistificar pontos sobre a saúde da boca ou sobre tratamentos. Falar sobre seus incômodos, cria a mobilização do dentista para diminuir todos esses desconfortos.

PEÇA UM TRATAMENTO ORIENTADO

Peça ao dentista que faça um passo-a-passo do tratamento. Isso permitirá sua interação a respeito do que está sendo feito e com certeza, trará mais segurança durante o procedimento.

DIGA O QUE SENTE

Falar sobre seus sentimentos pode aliviar a tensão. Muitos dentistas estão preparados para lidar com ansiedades dos pacientes. Logo na primeira consulta, expor receios e medos, pode fazer toda a diferença.

RESERVE O SEU MOMENTO

Não marque inúmeros compromissos próximos do horário da consulta para que não gere stress e desgastes desnecessários. Marcar um horário quando menos sobrecarregado, ajuda a chegar ao consultório mais relaxado.

DURMA BEM

Não ingira alimentos ou bebidas excitantes antes da consulta. Evite esses produtos também na noite anterior, já que a ideia é dormir bem e chegar à consulta descansado.

SEM VERGONHAS

Você não está sozinho: a odontofobia é um problema frequente. Admitir a ansiedade e o medo, tranquiliza e ajuda o profissional a direcionar, de modo mais adequado, o tratamento.

QUANTO MAIS CUIDADOS E VISITAS FREQUENTES, MELHOR!!!

Recomenda-se duas consultas de rotina ao ano. A assiduidade unida a boa técnica de escovação, com uso diário de fio dental, reduz a incidência de intervenções invasivas – e, portanto, mais temíveis.

PARAFUSOS, AGULHAS, SABORES E ODORES | Estou com medo Dra!

dentist holding molar,dental concept Som do motor, curetas, parafusos, agulhas, sabores e odores. Pouco são os que carregam boas lembranças do dentista. Na área da saúde, a odontologia é a prática menos “encantadora”. Logo, ir ao dentista é algo que poucos fazem com regularidade. Naturalmente, o desconforto existe. Para alguns a cadeira causa verdadeira fobia. Instrumentos de trabalho, soam como  um arsenal pronto a não oferecer bons presságios. O “paciente”, cede lugar ao frio na barriga enquanto que, em silêncio, o dentista enfrenta a própria ansiedade.

Certa vez, agendaram um paciente que disse ter me conhecido na fila da padaria. Curiosamente tentei lembrar-me de quem poderia ser. Na data marcada, ouço a secretária conversando com a auxiliar:            

– Ah, avisa a Dra. que o paciente da padaria remarcou.

Aquilo soou como um alerta aos meus ouvidos. 

A estória das remarcações sucederam por mais duas vezes. Normalmente oriento para não permitirem prolongamentos nesses casos. Agendamentos sem comparecimento, afetam aos que procuram por horários para seus tratamentos. O mistério em descobrir quem era o paciente da padaria, permitiu uma exceção neste caso. Nos casos de remarcações como este, é normal que se crie uma expectativa, uma torcida, para saber se o agendado entra na lista de pacientes ou não. É quase cultural. Aquela tarde era uma festa. Os comentários eram constantes e as apostas rolavam soltas a todo vapor entre os funcionários.

Finalizado procedimento, a sala foi limpa e estava pronta a espera do paciente mais esperado por todos. Passaram-se 10, 15, 20, 30 minutos e após 45 minutos ele chega.

 – O paciente acabou de chegar, a Sra. vai atende-lo?

Respondi que remarcassem.

O mistério havia sido desvendado. O consultório acalmou, a empolgação já não tinha tanto fervor. Um homem de meia idade, muito bem vestido, mas que estava pálido e apreensivo, segundo as descrições que obtive. Então percebi o motivo do atraso. Medo.

Na consulta seguinte, pontualmente no horário marcado, adentrou a minha sala um homem com cerca de 45 anos, aparência agradável, cabelos grisalhos e bem cuidados que resgatou minha lembrança na bendita padaria onde uma conversa informal, mas que por algum motivo o deixou confiante, permitiu estar ali naquele momento.

Em cerca de 30 minutos de atendimento, não olhou para a cadeira em nenhum momento. Não quis que eu o examinasse. As desculpas foram fáceis e estavam na ponta da língua. Fácil notar o quanto desconfortável com a situação, ele estava.

O respeito ao sentimento alheio é fundamental e em momentos como esse, ter habilidades humanas que transcendem as acadêmicas, é essencial.

Agitado, sugeri uma sedação consciente. Expliquei  do que se tratava e rapidamente a ideia foi aceita. Bastou um comprimido e 20 minutos. Em meio a palavrões e segredos ditos pelo paciente naqueles minutos de devaneio, o pavor passou. Sinceramente, são as sessões em que mais nos divertimos. Realizo tranquilamente o procedimento e tudo fica como uma lembrança remota, pois a amnesia nesses casos é muito comum.

Na consulta seguinte a coroação de uma trabalho consciente; o paciente retorna com um sorriso de canto a canto da boca dizendo:  

– Foi a melhor consulta da minha vida!

Sorri e pensei; que maravilha, menos um paciente no mundo com medo de dentista!

Cerca de 10% da população sofre verdadeira fobia a ponto de agendar inúmeras vezes a consulta e inúmeras vezes, desmarca-la. Entram, desistem da consulta. Na cadeira, não permitem que o profissional trabalhe. O dentista passa o dia com as mãos imersas nas mais variadas bocas com o propósito de aliviar os sentimentos de dor e pavor dos pacientes. Estabelecer uma relação de confiança e empatia com o profissional que irá lhe atender implica diretamente no resultado final de qualquer tratamento que venha a ser traçado, desenvolvido. Saber como o profissional se posiciona perante suas dores e medos, o deixará seguro quanto às sessões e o tipo de trabalho que será realizado. Ouvir, compreender, atender com qualidade e atenção devidas, são predicados que um bom profissional deve ter. Sentir-se bem, desde o momento em que se é recebido até a finalização do processo, faz diferença e permite retornos mais frequentes. Encontre o seu dentista!

“-Dra. Minha gengiva sangra. Acho que é por causa do fio dental ( ? )”

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De todas as queixas que ouço durante os atendimentos clínicos, o título desse post é o campeão.

Ao meu ver, desmistificar essa colocação é um ato clínico e de responsabilidade social:

“Fio dental não faz a gengiva sangrar!!! Gengiva sadia não sangra.”

O fio dental é um dos maiores aliados da saúde bucal por responder pela remoção dos resíduos que permanecem entre os dentes e que não conseguem ser limpos pela escova. O fio dental jamais machuca.

Ao deixar de usar essa ferramenta por 1, 2, 3 dias, ou usá-lo apenas quando há um acúmulo excessivo de alimento, faz com que o organismo entre em ação.

Para nosso sistema, a “sujeira” na gengiva é um corpo estranho, do qual o corpo precisa se ver livre.

A resposta orgânica na gengiva é a inflamação: inchaço, cor avermelhada, a região fica dolorida após o uso do fio, sangramento e o endurecimento da sujeira pelo cálcio da saliva com a formação do cálculo (conhecido como tártaro).

Como resolver o sangramento?

Com o uso contínuo do fio, dia após dia. Esse hábito faz com que a gengiva permaneça limpa, diminuindo a inflamação até cessá-la.

Como usar o fio?

Esse pode ser um desafio para aqueles que ainda não têm a prática diária. Persista, pois funciona!

Faço questão, sempre, de mostrar a técnica adequada e aperfeiçoar aquilo que o paciente já conhece sobre o uso do fio dental.

Apresente sua técnica ao seu dentista. Peça a ele orientação quanto o uso do fio como manutenção da sua higiene oral.

PREVENIR: uma questão de hábito.

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O dia-a-dia das pessoas ultrapassa todos os limites de normalidade em relação a horários, número de atividades por dia, tempo perdido em trânsito, fazendo com que os dias sejam mais corridos e atribulados, contribuindo para o aumento do número de pessoas com stress crônico, problemas de saúde como depressão, doenças cardiovasculares, etc.

Como sair desse círculo vicioso?

Ter em mente que para conseguir realizar as atividades diárias, é necessário saúde, e deixar de realizar um check up anual, compromete o acompanhamento das mudanças naturais do corpo e a detecção precoce de doenças.

Realizar tratamentos preventivos em qualquer área da saúde é uma questão de habituar se a cuidar de si mesmo, de autoconhecimento do organismo e corpo, uma escolha para quem se ama e deseja viver com saúde.

Faça um check up preventivo anual, isso pode fazer toda a diferença em sua saúde!

ESCOVA DE DENTES, FERRAMENTA MILENAR

QUIZ: Você sabe qual a origem da escova de dentes? Se você respondeu:

Da Colgate;
Da prateleira do mercado ou da gôndola da farmácia, sinto..

Lendo recentemente um texto do Historiador Rainer Sousa, descobri que
as escovas são muito mais antigas do que possamos imaginar.

Foto: Tyler Olson / Shutterstock  | Recente descoberta em uma tumba egípcia de 5mil anos, arqueólogos encontraram um objeto que acredita-se ser a mais antiga escova de dentes já registrada. (foto)
Foto: Tyler Olson / Shutterstock | Recente descoberta em uma tumba egípcia de 5mil anos, arqueólogos encontraram um objeto que acredita-se ser a mais antiga escova de dentes já registrada. (foto)

O fato é; saúde bucal é uma necessidade tão antiga que os assírios, já tentavam resolver o problema usando o dedo para limpar os dentes. Por volta do século IV a.C., o médico grego Diócles de Caristo, receitava aos seus pacientes explorarem os poderes aromáticos que as folhas de hortelã produziam quando esfregadas nos dentes e nas gengivas. No islamismo liderado pelo profeta Maomé (570-633), uma haste de madeira aromática era esfregada, várias vezes ao dia, limpando e clareando os dentes. Entre os romanos, constatou-se o uso de uma mirabolante mistura com areia, ervas, cinzas de ossos e dentes de animais. Patrícios romanos possuíam escravos incumbidos de realizar esta única tarefa. Mas foi dos chineses, por volta de 1490, o modelo mais rústico do que conhecemos como a atual escova.

A escova em sua versão moderna foi concebida por um britânico no século XVIII. Enquanto preso, William Addis juntou, de uma de suas refeições, um pedaço de osso animal com cerdas conseguidas com um carcereiro. Pequenos furos no osso com amarra das cerdas em feixes e voilá, nasce o que conhecemos hoje como escova dental.

A escovação é uma ação preventiva de importância ímpar que praticamente acompanha a história.

Se você encontra dificuldade em encarar esse artefato milenar facilmente encontrado em supermercados, farmácias e lojas de produtos de beleza; optar por bochechos de urina, como era natural na Europa da idade média, ou, para os mais sofisticados, pano de linho, como fazia Alexandre o Grande, pode ser uma solução alternativa com baixa ou nenhuma resposta.

Independente do método escolhido, a prevenção ainda é o mais seguro investimento contra doenças bucais e mau hálito. O movimento mecânico da escovação por si só, é suficiente ingrediente para constituir uma boca saudável. O movimento mecânico acrescido da escova correta, não é só uma sábia escolha milenar, mas também certeza de um sorriso bonito e saudável.

 

 

Adivinhe quem eu sou?

MIMICA

Acordo depois de cerca de oito horas de sono, com pouca lubrificação, num ambiente hostil, cheio de contaminação por diversos tipos de micróbios; cheia de rastros e restos da noite passada; ansiosa pela vontade de sair daquela situação.

Hora do café ultra quente; pão com manteiga seguidos daquela fumaça matinal, aspirada de modo frenético e ansioso. Ufa, mais um dia chegou, hoje é segunda, tem aquela reunião importante, trabalharei de modo intenso e sem intervalos. Uma pena, não pude nem me preparar para o público que me verá em ação.

Quantos questionamentos a responder; planilhas a descrever e detalhes a relatar. Vejo claramente que estão de olhos voltados para mim e o tapete da minha casa está tão sujo, e com um mal cheiro…

Nossa que fome, vou almoçar… Preciso de um belo banho. Meu dono sempre se esquece… Gostaria tanto de um banho.

Sou muito importante no dia-a-dia, sem mim você não sobrevive, pois me comunico, emito emoções, sons; através de mim você se alimenta e entra em contato com o mundo…

E aí? Ainda acha que não sou importante?

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Creme dental, qual seu tipo?

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No que serve o creme dental que você usa hoje?

Considerando que existem um sem-número de marcas e gêneros, classificados como gel ou pasta, que variam em sua composição e consistência, além de tamanhos, promessas e valores, a dificuldade é saber qual desses produtos atende melhor sua necessidade.

Para saber qual creme dental é o ideal para você e sua família, leve em consideração alguns fatores e garanta de vez uma limpeza eficiente e direcionada.

Esses produtos variam de acordo com a necessidade de consumo. Então, a dica é:

Atenção na composição dos cremes que, em um primeiro momento, é muito parecida, mas que se revela essencial na hora de cumprir o papel desejado.

Você descobre isso de uma maneira rápida e prática, olhando com mais critério as embalagens, que geralmente exibem como destaque o principal papel do creme.

Próximo passo, fique atento às letrinhas miúdas que falam sobre o indicador chamado Relative dentin abrasivity RDA. Esse indicador mede, o grau de abrasão de cada creme dental, que varia entre 50 e 250. Quanto maior o RDA, mais abrasivo e nocivo à superfície dos dentes. Isso significa que maior é o desgaste do dente e maiores são as chances de desenvolver problemas de sensibilidade.

Dito tudo isso, agora é fácil compreender….

A) O creme dental que promete clarear os dentes,

possui geralmente uma cor forte e escura, certo? E ao senti-lo temos a impressão de conter areia, não é isso? Simples de se concluir que é um creme que possui alto RDA (para limpar manchas visíveis e de fácil remoção) e a cor do creme dará um efeito visual imediato de dentes mais claros.

B) Cremes para sensibilidade

O nitrato de potássio é o componente extra colocado em cremes com baixo índice de RDA.  Esse composto químico atua na superfície dentária e age atenuando as dores por sensibilidade ou gengivas retraídas.

C) Problemas de gengiva,

como sangramento, inchaço, acúmulo de placa, são resolvidos com uma adequada técnica de escovação e uso diário de fio dental. Cremes indicados para gengivite, periodontite são altamente abrasivos e coadjuvantes no controle dessa doença crônica. Não há creme milagroso que fará isso por você. Nesses casos, o que resolverá é um acompanhamento periódico com profissional adequado e principalmente o seu cuidado diário.

D) Dia-a-dia

Para a manutenção diária da saúde bucal, não é preciso recorrer a tratamentos agressivos. Cremes dentais com média ou baixa abrasividade, são suficientes para cumprir essa função.

E) Economicamente

É importante a visita regular do seu dentista para que você conheça melhor sobre sua saúde bucal. Na consulta são avaliados a situação dos seus dentes, língua e gengivas. Contar com a orientação de um profissional para a gestão da sua saúde bucal contribuirá mais assertivamente na hora de escolher escova e creme dental. Cheque também se o modo como usa a escova e fio são os mais apropriados para seus hábitos alimentares, rotina e necessidades.

A orientação e a escolha do creme dental mais efetivo para a saúde é importante, mas sem uma técnica adequada, a eficácia do produto é muito pequena.

Sorria sempre feliz!