Dente do Siso, extrair ou não extrair?

 

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Nem todas as pessoas, ao tornarem-se adultas, têm o dente do siso devido a componentes genéticos que coordenam a presença ou não desse dente (nasce por volta dos 18 anos, também é conhecido por dente do juízo).

Sua presença é atualmente questionável porque a alimentação do homem moderno, possui uma consistência menor que a dos homens da antiguidade. Porém, não é o tipo de alimentação que a pessoa tem, que orienta o dentista a extrair esse dente, mas sim uma análise clínica e também radiográfica.

Na análise leva-se em consideração:

  1. Posicionamento adequado: alinhamento entre os dentes superiores e inferiores;
  2. Se o dente conseguiu erupcionar totalmente (nascer) e não há gengiva sobre ele;
  3. A possibilidade de higienização sem grandes dificuldades para o uso adequado do fio e escova dental;
  4. Não causar nenhum tipo de incômodo, como inchaço, dor ou inflamação na gengiva;
  5. Não causar traumas na bochecha ou língua.

Atendendo todos esses critérios, são poucas as chances de extração. A extração não é uma regra: se há espaço dentro da boca e se o dente está numa posição adequada que permita usar o fio e escova dental; mantê-lo será benéfico a longo prazo.

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Chupetas

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“Elas” são assunto antes mesmo do bebê nascer já que seu uso gera controvérsias entre familiares e consultórios médicos.

Então Dra, devo usá-las ou evita-las?

As chupetas são indicadas para bebês com grande necessidade de sucção; para os momentos de irritabilidade, choro e início do sono. O uso racional deve prevalecer. Passados esses momentos, ela deve ser removida e evitada.

Odontopediatras, não são contra essa ferramenta que auxilia os pais a terem um pouco de sossego, contudo, é necessário que algumas orientações sejam seguidas para que a criança, no futuro, não sofra com problemas de fala, respiratórios e de formação facial.

Na escolha da chupeta:

– Procure, na embalagem, a faixa etária para qual ela está destinada;

– Chupetas com bico de silicone e aveludada, simulam a textura do bico materno;

– O bico ideal é o super-ortodôntico, com base fina em que ambos lados são idênticos;

– Cheque se o modelo possui uma caixa protetora para armazenamento. Algumas podem ser usadas inclusive para esterilizar a chupeta;

– Escolha modelos que apresentem orifícios na base, esses ajudam na passagem do ar;

– Não adquira modelos com alças extras. Se adquirir, não as use para pendurar “paninhos” ou penduricalhos. “Pesos extra” podem causar mudanças no crescimento, forma e posição dos ossos da face e dentes.

– Esqueça definitivamente os modelos do tipo fashion com pérolas, strass etc.  Pode ser muito arriscado a criança usar e por descuido, engolir ou engasgar;

Use sempre a caixa de armazenamento para guardar a chupeta, esse é um modo de não deixa-la disponível à criança;

Pronto, decidiu usar?

Saiba que o ideal é que a chupeta seja removida até os 24 meses de vida da criança. A partir dos 2 anos, a persistência no uso, promove danos ósseos e faciais que podem gerar a necessidade de intervenção profissional.

TRAVOU ?!

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O ponto de conexão entre a mandíbula e o crânio, é o que chamamos ATM – articulação temporomandibular. O distúrbio dessa articulação, DTM – distúrbio temporomandibular.

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Todos temos a articulação chamada ATM. Ter um distúrbio nessa articulação significa ter algum problema relacionado aos músculos e/ou ossos da mandíbula.

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Os sinais e sintomas mais comuns de DTM incluem:

  • Dores na face, mandíbula ou região do ouvido;
  • Dores de cabeça e pressão atrás dos olhos;
  • Cliques ou estalos ao abrir e fechar a boca;
  • A mandíbula parece se deslocar e não querer voltar na posição normal;
  • Dificuldade de mastigar ou morder;
  • Inchaço no rosto;
  • Uma mudança abrupta na mordida (dentes parecem não se encaixarem como antes).

*Nota:* Caso identifique com 3 ou mais sintomas acima, busque orientação profissional.

Consequências da DTM:

  • Dores crônicas
  • Emissão de sons ao mastigar
  • Dificuldades na abertura ou fechamento de boca
  • Desgastes dentários em excesso
  • Trincas e possíveis fraturas dentárias
  • Perda dos ligamentos na região
  • (em casos mais avançados) cirurgias

Um encaixe desadequado dos dentes e sua não correção com um aparelho ortodôntico, promove desgastes precoces na ATM e com eles, os sintomas relacionados acima.

Converse com seu dentista e questione sobre a saúde da sua ATM. Ele é o melhor profissional para ajudá-lo com isso.

 

 

 

 

 

Os “ISTAS” dos dentISTAS

Sabe quando você está com algum problema na boca e precisa achar algum dentISTA para resolver?

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– – – –  ISTAS, MENU – – – –

  • Periodontista: é o mais indicado para resolver assuntos referentes à gengiva e halitose.
  • Endodontista: trata e retrata os temidos canais.
  • Ortodontista: através do alinhamento, modela, corrige problemas fonéticos, de mastigação e respiração.
  • Semiologista: especialista em lesões bucais.
  • Protesista: é o dentista especialista em todos os tipos de próteses
  • Implantodontista: faz instalação de implantes múltiplos.
  • Radiologista: analisa os exames de imagem que você faz no laboratório.
  • Patologista: analisa em laboratórios as biópsias feitas nos consultórios.

Tem também…

  • Odontopediatra: atende aos bebês e crianças.
  • DTM: especialista em dor/distúrbios na articulação que temos próximo dos ouvidos.
  • Buco maxilo facial: faz as cirurgias de ciso e cirurgias nos hospitais (corretivas e de emergências)
  • Clínico Geral: realiza todos os procedimentos clínicos; quando o caso é mais complexo, encaminha a um colega especialista.

 

Conhecer a habilidade do profissional que o atende, reflete no resultado. Visite com regularidade o consultório do dentista.

 

 

 

FUI AO DENTISTA

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Dentistas também vão ao dentista.

Você já reparou nos dentes do seu? Parou para pensar que “aquele sorriso” é uma sinopse de quem você está escolhendo para cuidar da sua saúde bucal?

Dentistas também devem ir ao dentista.

Eu fui ^^

 

Enxaguantes bucais, quando e como usá-los?

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Aaaaaaah, cheirinho de enxaguante bucal…

Ao contrário do que se entende, o enxaguante bucal não remove sujeira, principalmente aquela  entre os dentes, e muito menos placa bacteriana. Sua ação é química e limitada a um odor agradável que se mantém por poucos minutos após seu uso.

Usá-lo como única ferramenta de higienização, não limpa. Nesse aspecto, o fio dental e a escova, são as únicas ferramentas com resultado comprovado na eficácia da limpeza dentária pois, através da ação mecânica, promovem a remoção física de restos de alimento e de placa bacteriana.

Então o enxaguante bucal não serve para nada, Dra?

Sim, serve, mas não como ferramenta de higienização. Ele obtém melhores resultados quando:

  • Diluído em água como solução para imersão de próteses; aparelhos dentários e placas de mordida;
  • Usado antes de uma consulta odontológica para preparo da boca – essa ação diminui em 80% a contaminação via aerossóis dentro do consultório;
  • Antes de beijar – para dar uma turbinada no beijo (diminuindo, a troca de bactérias);
  • Usado para aumentar a segurança ao falar (o cheirinho).

O enxaguante bucal não é um produto milagroso que remove a sujeira como apontam as propagandas. Enxaguantes são acessórios à saúde oral.

Dos enxaguantes, o único que possui uma ação efetiva, atualmente no mercado, é o que contém um componente chamado gluconato de clorexidina. Contudo, seus efeitos colaterais provocam alteração do paladar e/ou manchas nos dentes. Devem ser utilizados quando prescrito pelo cirurgião dentista.

Qualquer outro enxaguante indicado para manter o hálito fresco e proteger sua saúde bucal, que não contenha a clorexidina, tem sua eficácia relacionada a efetividade da sua escovação.

Um sorriso…

614c06b1-b2df-4eae-bd38-e7676925cc37é a melhor maquiagem; tratamento anti-rugas/envelhecimento que se pode usar. Um sorriso não tira o sofrimento, mas alivia a dor.

Quanto mais sorrisos oferecemos, mais brota a vontade de fazer o outro sorrir.

O sorriso é um idioma universal.

c8901525-200f-4e39-b63a-55f90b5ded6bPara o novo ano, colecione sorrisos! Faça um largo estoque e então, empreste-os.

Não se preocupe; os sorrisos que ofertar, voltarão a você. Sorrisos enriquecem os recebedores sem empobrecer aos que o oferecem. 

Sorria =)

– – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – –

Agradecida pelo ano de 2017 e desejando boas festas a todos.

Gestora de Sorrisos

 

PARA SUPERAR O MEDO DO DENTISTA

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ENCONTRE O DENTISTA QUE SE ADEQUE À VOCÊ

A confiança no profissional é fundamental. Quando isso não não ocorre, o  resultado do tratamento é comprometido. Escolha o profissional que vai cuidar de você. Seu dentista, deve ser o profissional com quem você se sinta à vontade.

VOCÊ TEM MEDO DE QUE?

Falar de experiências anteriores, mostrar ou descrever algo que promove medo, ajuda o especialista a trabalhar inseguranças; desmistificar pontos sobre a saúde da boca ou sobre tratamentos. Falar sobre seus incômodos, cria a mobilização do dentista para diminuir todos esses desconfortos.

PEÇA UM TRATAMENTO ORIENTADO

Peça ao dentista que faça um passo-a-passo do tratamento. Isso permitirá sua interação a respeito do que está sendo feito e com certeza, trará mais segurança durante o procedimento.

DIGA O QUE SENTE

Falar sobre seus sentimentos pode aliviar a tensão. Muitos dentistas estão preparados para lidar com ansiedades dos pacientes. Logo na primeira consulta, expor receios e medos, pode fazer toda a diferença.

RESERVE O SEU MOMENTO

Não marque inúmeros compromissos próximos do horário da consulta para que não gere stress e desgastes desnecessários. Marcar um horário quando menos sobrecarregado, ajuda a chegar ao consultório mais relaxado.

DURMA BEM

Não ingira alimentos ou bebidas excitantes antes da consulta. Evite esses produtos também na noite anterior, já que a ideia é dormir bem e chegar à consulta descansado.

SEM VERGONHAS

Você não está sozinho: a odontofobia é um problema frequente. Admitir a ansiedade e o medo, tranquiliza e ajuda o profissional a direcionar, de modo mais adequado, o tratamento.

QUANTO MAIS CUIDADOS E VISITAS FREQUENTES, MELHOR!!!

Recomenda-se duas consultas de rotina ao ano. A assiduidade unida a boa técnica de escovação, com uso diário de fio dental, reduz a incidência de intervenções invasivas – e, portanto, mais temíveis.

PARAFUSOS, AGULHAS, SABORES E ODORES | Estou com medo Dra!

dentist holding molar,dental concept Som do motor, curetas, parafusos, agulhas, sabores e odores. Pouco são os que carregam boas lembranças do dentista. Na área da saúde, a odontologia é a prática menos “encantadora”. Logo, ir ao dentista é algo que poucos fazem com regularidade. Naturalmente, o desconforto existe. Para alguns a cadeira causa verdadeira fobia. Instrumentos de trabalho, soam como  um arsenal pronto a não oferecer bons presságios. O “paciente”, cede lugar ao frio na barriga enquanto que, em silêncio, o dentista enfrenta a própria ansiedade.

Certa vez, agendaram um paciente que disse ter me conhecido na fila da padaria. Curiosamente tentei lembrar-me de quem poderia ser. Na data marcada, ouço a secretária conversando com a auxiliar:            

– Ah, avisa a Dra. que o paciente da padaria remarcou.

Aquilo soou como um alerta aos meus ouvidos. 

A estória das remarcações sucederam por mais duas vezes. Normalmente oriento para não permitirem prolongamentos nesses casos. Agendamentos sem comparecimento, afetam aos que procuram por horários para seus tratamentos. O mistério em descobrir quem era o paciente da padaria, permitiu uma exceção neste caso. Nos casos de remarcações como este, é normal que se crie uma expectativa, uma torcida, para saber se o agendado entra na lista de pacientes ou não. É quase cultural. Aquela tarde era uma festa. Os comentários eram constantes e as apostas rolavam soltas a todo vapor entre os funcionários.

Finalizado procedimento, a sala foi limpa e estava pronta a espera do paciente mais esperado por todos. Passaram-se 10, 15, 20, 30 minutos e após 45 minutos ele chega.

 – O paciente acabou de chegar, a Sra. vai atende-lo?

Respondi que remarcassem.

O mistério havia sido desvendado. O consultório acalmou, a empolgação já não tinha tanto fervor. Um homem de meia idade, muito bem vestido, mas que estava pálido e apreensivo, segundo as descrições que obtive. Então percebi o motivo do atraso. Medo.

Na consulta seguinte, pontualmente no horário marcado, adentrou a minha sala um homem com cerca de 45 anos, aparência agradável, cabelos grisalhos e bem cuidados que resgatou minha lembrança na bendita padaria onde uma conversa informal, mas que por algum motivo o deixou confiante, permitiu estar ali naquele momento.

Em cerca de 30 minutos de atendimento, não olhou para a cadeira em nenhum momento. Não quis que eu o examinasse. As desculpas foram fáceis e estavam na ponta da língua. Fácil notar o quanto desconfortável com a situação, ele estava.

O respeito ao sentimento alheio é fundamental e em momentos como esse, ter habilidades humanas que transcendem as acadêmicas, é essencial.

Agitado, sugeri uma sedação consciente. Expliquei  do que se tratava e rapidamente a ideia foi aceita. Bastou um comprimido e 20 minutos. Em meio a palavrões e segredos ditos pelo paciente naqueles minutos de devaneio, o pavor passou. Sinceramente, são as sessões em que mais nos divertimos. Realizo tranquilamente o procedimento e tudo fica como uma lembrança remota, pois a amnesia nesses casos é muito comum.

Na consulta seguinte a coroação de uma trabalho consciente; o paciente retorna com um sorriso de canto a canto da boca dizendo:  

– Foi a melhor consulta da minha vida!

Sorri e pensei; que maravilha, menos um paciente no mundo com medo de dentista!

Cerca de 10% da população sofre verdadeira fobia a ponto de agendar inúmeras vezes a consulta e inúmeras vezes, desmarca-la. Entram, desistem da consulta. Na cadeira, não permitem que o profissional trabalhe. O dentista passa o dia com as mãos imersas nas mais variadas bocas com o propósito de aliviar os sentimentos de dor e pavor dos pacientes. Estabelecer uma relação de confiança e empatia com o profissional que irá lhe atender implica diretamente no resultado final de qualquer tratamento que venha a ser traçado, desenvolvido. Saber como o profissional se posiciona perante suas dores e medos, o deixará seguro quanto às sessões e o tipo de trabalho que será realizado. Ouvir, compreender, atender com qualidade e atenção devidas, são predicados que um bom profissional deve ter. Sentir-se bem, desde o momento em que se é recebido até a finalização do processo, faz diferença e permite retornos mais frequentes. Encontre o seu dentista!

“-Dra. Minha gengiva sangra. Acho que é por causa do fio dental ( ? )”

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De todas as queixas que ouço durante os atendimentos clínicos, o título desse post é o campeão.

Ao meu ver, desmistificar essa colocação é um ato clínico e de responsabilidade social:

“Fio dental não faz a gengiva sangrar!!! Gengiva sadia não sangra.”

O fio dental é um dos maiores aliados da saúde bucal por responder pela remoção dos resíduos que permanecem entre os dentes e que não conseguem ser limpos pela escova. O fio dental jamais machuca.

Ao deixar de usar essa ferramenta por 1, 2, 3 dias, ou usá-lo apenas quando há um acúmulo excessivo de alimento, faz com que o organismo entre em ação.

Para nosso sistema, a “sujeira” na gengiva é um corpo estranho, do qual o corpo precisa se ver livre.

A resposta orgânica na gengiva é a inflamação: inchaço, cor avermelhada, a região fica dolorida após o uso do fio, sangramento e o endurecimento da sujeira pelo cálcio da saliva com a formação do cálculo (conhecido como tártaro).

Como resolver o sangramento?

Com o uso contínuo do fio, dia após dia. Esse hábito faz com que a gengiva permaneça limpa, diminuindo a inflamação até cessá-la.

Como usar o fio?

Esse pode ser um desafio para aqueles que ainda não têm a prática diária. Persista, pois funciona!

Faço questão, sempre, de mostrar a técnica adequada e aperfeiçoar aquilo que o paciente já conhece sobre o uso do fio dental.

Apresente sua técnica ao seu dentista. Peça a ele orientação quanto o uso do fio como manutenção da sua higiene oral.